Naves do Conhecimento

Proposta:

O projeto Naves do Conhecimento visa a democratização do acesso à informação e ao conhecimento de novas formas de aprendizagem em ambientes colaborativos e criativos promovendo a mediação da informação qualificada e o desenvolvimento de competências necessárias a todos na sociedade do terceiro milênio. Estão localizadas em nove regiões da zona norte e oeste do Rio de Janeiro (Santa Cruz, Vila Aliança, Padre Miguel, Irajá, Penha, Madureira, Nova Brasília, Triagem e Engenho de Dentro).

Gestão

Selecionado através de Edital publicado pela Secretaria Especial de Ciência e Tecnologia, o Idaco é o responsável pela Gestão de 2 unidades do projeto naves do conhecimento. Está prevista a implantação de uma rede de Naves do Conhecimento por toda a cidade, garantindo que exista um desses espaços comunitários de alta tecnologia em um raio de pelo menos 1,5 quilômetros. Em apenas um ano de existência, os números refletem o sucesso do projeto junto à população. De junho de 2012, data da inauguração da primeira Nave (Santa Cruz), até novembro de 2013, estes espaços tecnológicos receberam mais de 700 mil visitas. Coordenado pela Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia (SECT), o projeto “Naves do Conhecimento” já conta com uma Praça e oito Naves do Conhecimento.

Unidades

NAVE NOVA BRASÍLIA
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ENDEREÇO
Praça do Terço, ao lado do CineCarioca, Complexo do Alemão
TELEFONE
(21) 4101-1510
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Terça a Sábado – de 9:00 às 21:00, Domingos – de 9:30 às 16:30

NAVE CIDADE OLÍMPICA
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ENDEREÇO
Rua Arquias Cordeiro, 1516, Engenho de Dentro (em frente à Estação Olímpica do Engenho de Dentro)
TELEFONE
(21) 4101-1665
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Nave do Conhecimento – Terça a Sábado – de 9:00 às 21:00, Domingos – de 9:30 às 16:30
Museu Cidade Olímpica – Terça a Sábado – de 10:00 às 20:00, Domingos – de 10:00 às 15:30

Cursos

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  • Meu Rio Vale um Webdoc
  • Inglês
  • Monitoramento de Redes Sociais
  • Iniciação Digital
  • Georreferenciamento
  • Meu Rio Vale um Filme
  • E muitos outros…

Ir para o site de capacitação…

Público

Nos ambientes das Naves do Conhecimento o público-alvo inclui todas as faixas etárias, entre moradores, estudantes, professores, profissionais e visitantes. Usuários da área infantil podem se divertir com aplicativos educativos que estimulam os sentidos e desenvolvem o raciocínio lógico e a curiosidade. Moradores têm acesso às obras da comunidade e de parceiros. Trabalhos criados nas oficinas de fotografia e filmagem poderão fazer parte do acervo, bem como fotografias e filmagens de eventos importantes da comunidade, além de aspectos didáticos sobre tecnologia, ecologia, planejamento urbano e conhecimento científico. Um dos propósitos das Naves do Conhecimento é estimular a identidade dessas comunidades, resgatando o sentimento de pertencimento e valorização das mesmas. Estudantes têm acesso a conteúdos regionais, nacionais e internacionais, para pesquisas escolares ou, simplesmente, lazer. Professores têm apoio para as aulas, cursos e atividades programadas.

Parcerias

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Agricultura Familiar Orgânica

Proposta:

Contribuir para melhorar a capacidade de produção sustentável acelerando processos de transição para sistemas orgânicos e agroecológicos, fomentar o acesso ao mercado orgânico/agroecológico certificado e aos mercados institucionais (PAA e PNAE), contribuir para a diversificação e aumento da produção, assim como para a melhoria da renda e sustentabilidade dos agroecossistemas e agrobiodiversidade local nas unidades de produção familiar.

Desafios

  • Facilitar acesso ao mercado orgânico/agroecológico e ao mercado institucional;
  • Facilitar o acesso à DAP, DAP jurídica e DAP mulher;
  • Estimular organização social e produtiva;
  • Facilitar a negociação entre produtores, suas organizações, prefeituras e escolas, para viabilizar as compras institucionais;
  • Divulgar e implementar o método de certificação por Sistemas Participativo de Garantias – SPG;
  • Fomentar a transição agroecológica vencendo resistências ao abandono do uso de agrotóxicos e fertilizantes químicos;
  • Identificar, difundir e promover o acesso a linhas de crédito para agricultura orgânica e agroecológica.

Público

O projeto beneficiará 500 famílias de agricultores nos seguintes municípios: Rio de Janeiro, Queimados, Japeri, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Magé, Itaboraí, Paracambi, Piraí, Petrópolis, Guapimirim, Seropédica.

Parceiros

Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário – SEAD; Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro – PESAGRO-RIO; Associação de Agricultores Biológicos do Estado do Rio de Janeiro – ABIO; Coopaterra; Associações de Produtores Rurais, Cooperativas e Sindicatos dos municípios atendidos.

Rede Estadual de Comercialização

Proposta:

Eliminar o intermediário e remunerar de maneira mais digna o pequeno produtor. Quando os precursores do Idaco, e mais tarde o Idaco organizado, tomam um contato maior com os assentamentos para discutir a comercialização, uma grande parte ainda estava na fase da luta pela terra. Muitos desses assentamentos eram ainda acampamentos na beira da estrada, na beira das fazendas, pessoas morando em barracas de plástico, pedindo apoio para poder comer amanhã o que conseguissem arrecadar hoje.

 

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Projeto Magé (concluído)

Apoio à Comercialização, Gestão e Beneficiamento para a agricultura Familiar de Vala Preta e Conceição

Objetivo Geral

Melhorar a renda das famílias das comunidades de Vala Preta, Conceição do Suruí e Cachoeira Grande, com especial atenção para mulheres e jovens, através da capacitação e apoio às atividades de beneficiamento, gestão da renda produtiva familiar e comercialização de produtos da agricultura familiar.

Objetivos Específicos

  • Realizar um diagnóstico das condições de produção e da renda familiar
  • Propiciar aos agricultores ferramentas para Análise dos custos de produção e rentabilidade das atividades produtivas
  • Fortalecer a participação das mulheres nas atividades produtivas e comercialização
  • Melhorar as condições de comercialização

Principais atividades realizadas

  • Diagnóstico das condições sócio produtivas da região
  • Capacitações
  • Apoio à organização comunitária e grupos produtivos
  • Apoio a Feira da Agricultura Familiar de Magé
  • Inclusão digital
  • Fortalecimento de parcerias locais

Parceiros

 

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PDA Mata Atlântica (Concluído)

Proposta:

A mudança do clima do planeta é resultado principalmente do aumento da poluição, dos desmatamentos e das queimadas. A Mata Atlântica, por exemplo, já perdeu mais de 90% de sua cobertura original, o que contribuiu para agravar os problemas ambientais. A crescente preocupação com o futuro do planeta levou a comunidade internacional e o governo brasileiro a somarem esforços na criação do Programa Piloto para Proteção das Florestas Tropicais do Brasil – PPG7 com o objetivo de apoiar iniciativas de pequenos agricultores, populações extrativistas, ambientalistas e povos indígenas da região da Mata Atlântica e da Amazônia. Dentre os subprogramas implantados está o Subprograma Projetos Demonstrativos – PDA Componente Mata Atlântica. Desde 1996 o PDA Mata Atlântica desenvolve ações que contribuem para a conservação do que resta de uma das mais importantes florestas tropicais do Planeta, reduzindo significativamente o processo de empobrecimento da sua biodiversidade. Pensando nisso foi elaborado um projeto para preservar e recuperar a Mata Atlântica, gerar renda e fortalecer as comunidades rurais do município de Paraty. A iniciativa do Idaco foi apoiada pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio do Subprogama Projetos Demonstrativos – PDA Componente Mata Atlântica.

Além do IDACO, participaram da elaboração do projeto o Conselho Municipal das Associações de Moradores de Paraty – COMAMP, a Associação de Moradores da Comunidade Quilombola Campinho da Independência – AMOC e a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ. Na implementação das ações o projeto também conta com o apoio da Universidade Federal de São Carlos (Campus Sorocaba), Secretaria de Agricultura, Pesca e Meio Ambiente de Paraty e IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (APA Cairuçu).

Objetivos

Promoção da agroecologia como estratégia para a melhoria da qualidade de vida das comunidades rurais de Paraty por meio das seguintes ações:
• Capacitação dos agricultores e estímulo às práticas agroecológicas;
• Estímulo ao aproveitamento sustentável de produtos florestais não madeireiros;
• Produção e distribuição de mudas;
• Implantação de cultivos agroecológicos;
• Visitas de intercâmbio;
• Fortalecimento da organização e gestão comunitária;
• Recuperação de áreas degradadas e matas ciliares.

Galeria

Público

Os beneficiários são pequenos agricultores e extrativistas do entorno do Parque Nacional da Serra da Bocaina, de assentamentos de reforma agrária, de comunidades quilombolas e de outras comunidades rurais do município de Paraty. Os impactos repercutem em várias comunidades beneficiando indiretamente uma população total estimada em 1.500 pessoas.

Gestão

Aliando experiência técnica e administrativa, conhecimento científico e articulação comunitária, o projeto é gerido por uma Comissão cujo papel é planejar e supervisionar a execução das atividades e a utilização dos recursos financeiros, humanos e materiais, além de monitorar resultados e avanços.
Na execução do PDA Mata Atlântica uma das maiores preocupações é estabelecer processos participativos de execução e monitorar ações e resultados. As equipes privilegiam o contato direto com os beneficiários buscando estabelecer uma relação de confiança e de complementaridade de saberes. O monitoramento é feito a partir de indicadores específicos de fácil percepção para o público. O envolvimento de vários parceiros, como universidades, órgãos de governo, organizações comunitárias e organizações não-governamentais contribui para enriquecer as experiências e consolidar os processos participativos.

Parcerias

Geração de Trabalho e Renda – PGTR (Concluído)

Proposta:

Atuando diretamente com as comunidades carentes, o Projeto de Geração de Trabalho e Renda – PGTR oferece o apoio necessário para que o crédito seja bem aplicado e gere lucros. A proposta é partir da demanda de conhecimento gerada por aqueles que têm um empreendimento próprio. Tendo as  capacitações e as parcerias como dois de seus pilares fundamentais o Idaco busca criar uma rede interinstitucional em prol da formação administrativa dos pequenos empreendedores.

 

Objetivos

A arte e o prazer de ter seu próprio negócio

Com o objetivo estimular a autogestão; capacitar pequenos empreendedores no âmbito administrativo; incentivar o trabalho em grupo e desenvolver o espírito de parceria, o PGTR oferece cursos voltados para a área administrativa, buscando incentivar o trabalho em grupo.

Com larga experiência em projetos de microcrédito, com os quais atua desde 1999, quando lançou o Fundo de Crédito Popular, o Idaco conhece a as imensas dificuldades dos pequenos empreendedores na administração e definição do objetivo dado ao crédito próprio ou emprestado por instituições públicas, privadas ou organizações não governamentais.

“O PGTR reforça a experiência de trabalho e renda já obtida
por pessoas que possuem empreendimentos ou planos para isso”.

Com a proposta de atuar diretamente na demanda de conhecimento gerada por aqueles que têm um empreendimento próprio, o Idaco tem as capacitações e as parcerias como dois de seus pilares fundamentais. Nesta linha, busca criar uma rede interinstitucional em prol da formação administrativa dos pequenos empreendedores.

Parcerias

O IDACO trabalha junto às comunidades de forma a fomentar e ampliar as parcerias bilaterais. O Instituto participa como sujeito ativo em diversos fóruns de economia solidária, se fazendo presente em diversas redes nacionais e internacionais. Também vem estreitando os laços com o poder público, nas três instâncias de poder (municipal, estadual e federal), tendo como um de seus principais parceiros em âmbito público os CRAS (Centros de Referência da Assistência Social), criados após a implementação do Sistema Único da Assistência Social (SUAS), com o objetivo de descentralizar as políticas públicas do Estado. As associações de moradores e outras entidades de base somam-se aos projetos contribuindo na articulação local, e no reconhecimento das especificidades dos grupos das comunidades”.

Entre os parceiros do Idaco no Projeto de Geração de Trabalho e Renda estão:

Misereor
Prefeitura Municipal de Mesquita

A luta por mudanças estruturais no dia a dia da realidade brasileira

Fundo de Crédito Popular

A busca por uma melhor distribuição de rendaEm março de 1999, o Fundo de Crédito Popular, um projeto de financiamento da economia popular desenvolvido em comunidades de baixa renda do município do Rio de Janeiro, iniciou suas atividades através da oferta de crédito direcionado a pequenos empreendedores formais e informais que não têm acesso a linhas de crédito tradicionais.
“São contempladas as solicitações que mostrem viabilidade econômica e social”
Com o apoio da Misereor, agência de cooperação internacional ligada à Igreja Católica alemã, o Fundo de Crédito Popular desenvolveu suas atividades em três comunidades cariocas: no Morro Santa Marta, favela situada na Zona Sul da capital; no Complexo de Manguinhos, onde o Idaco atuou diretamente em quatro de suas onze comunidades; e no Conjunto Habitacional Campinho, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. O trabalho cotidiano em Santa Marta foi assumido pela organização local que utiliza a infraestrutura disponível: as Obras Sociais Unidas do Santa Marta.

As solicitações de financiamentos são feitas pelos microempreendedores e recebidas pelos agentes de crédito, avaliadas de forma criteriosa e objetiva pelos coordenadores locais . São contempladas as solicitações que, mesmo sendo de pequeno valor, mostrem viabilidade econômica e social. Trinta dias após a concessão do crédito, o contratante começa a realizar a devolução do dinheiro, parceladamente, para que novos financiamentos possam ser feitos, garantindo, assim, a auto-sustentabilidade do Fundo.

Tratando os “clientes” com o máximo de respeito o Fundo de Crédito Popular contribui para a melhor distribuição de renda nas comunidades onde atua.

Unindo forças pelo futuro do planeta

Os projetos ambientais desenvolvidos pelo Idaco têm por objetivo a proteção da floresta tropical no Estado do Rio de Janeiro e o desenvolvimento sócio-ambiental das comunidades localizadas no entorno de unidades de conservação. Para isso, atua junto às populações rurais, promovendo o uso de tecnologias alternativas adequadas à realidade econômica, social e ambiental, e o manejo integrado e auto-sustentável dos recursos naturais renováveis. Além disso, o Idaco contribui na organização comunitária e na melhoria da qualidade de vida e de trabalho desta população.

Para realizar essas ações o Idaco conta com o apoio da agência de cooperação alemã EZE – Associação Protestante de Cooperação em Desenvolvimento.
“O Idaco atua na capacitação de agricultores,
na seleção de matrizes, no armazenamento de sementes
e na produção de mudas de espécies florestais”.
As parcerias nacionais também são de grande importância nestes projetos. Através do concurso anual de projetos da PRODETAB (Programa de Desenvolvimento de Tecnologia Agropecuária para o Brasil), vinculado à EMBRAPA, o IDACO reforça suas atividades de implantação de unidades demonstrativas e recuperação de áreas degradadas. Outro importante apoio é o do FNMA (Fundo Nacional de Meio Ambiente). Com a UFFRJ, o Idaco atua na capacitação de agricultores na área de colheita de sementes de florestas tropicais, na seleção de matrizes superiores (árvores preferenciais para a colheita de sementes), no armazenamento de sementes e produção de mudas de espécies florestais. Com a Prefeitura Municipal de Paraty, o trabalho visa o desenvolvimento da agricultura familiar e a proteção do meio ambiente.

DESENVOLVIMENTO RURAL
Com um olhar sensível à realidade rural, destacam-se entre as ações do idaco: agroindústrias coletivas, capacitações técnicas e reuniões comunitárias
Os pequenos agricultores instalados em assentamentos rurais vivem de produzir e comercializar a sua produção, obtendo, assim, sua renda. Se, em um desses momentos, não obtiver bons frutos, o pequeno produtor, provavelmente, terá dificuldades em atingir uma vida digna e saudável.

Neste contexto, o Idaco implementou, em 1995, o projeto de Apoio à Comercialização da Produção Agrícola no Estado do Rio de Janeiro, visando promover o desenvolvimento no campo, a redução no êxodo rural fluminense e, consequentemente, o inchaço das grandes cidades, e a consolidação do processo democrático no país, através da diminuição das desigualdades sociais no campo e na cidade. Para a realização efetiva do projeto, Idaco contou com o apoio da NOVIB – Organização Holandesa para a Cooperação Internacional de Desenvolvimento, agência que preconiza o combate estrutural à pobreza e que participou, de maneira decisiva, do desenvolvimento sustentável do Hemisfério Sul.


Além desse apoio, o Idaco contou com a parceria das associações e cooperativas de pequenos produtores rurais dos assentamentos, com os sindicatos dos trabalhadores rurais locais, do MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, da FETAG – Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Rio de Janeiro, e da Unacoop – União das Cooperativas Usuárias do Pavilhão 30 da Ceasa.

De forma direta, o Idaco atua através da montagem de agroindústrias coletivas, da promoção de capacitações técnicas, reuniões comunitárias e seminários. Indiretamente fortalece seus principais parceiros para que estes possam também apoiar e se beneficiar das iniciativas e projetos promovidos pela instituição.

Com o projeto de Apoio à Comercialização da Pequena Produção, o Idaco atingiu seu objetivo, realizando ações diretas, junto à população e às organizações sociais, que apontam os caminhos das verdadeiras e necessárias transformações da realidade.

Chantier (Concluído)

Proposta:

A palavra “chantier” significa canteiro de obras, em francês. O nome dado ao projeto consiste, justamente, em colocar em prática o significado dessa palavra, ou seja, em realizar trabalhos e ações que produzam efeitos benéficos ao meio ambiente ou à vida dos pequenos agricultores rurais, de modo que através desses efeitos, conquistem maior geração de renda e melhor qualidade de vida.

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